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PROGNÓSTICOS TÉNIS


Prognósticos Ténis

Os melhores prognósticos do ténis, para as melhores apostas!


Quando se fala em apostas desportivas, pensamos logo no futebol. No entanto o ténis também oferece bastantes possibilidades , com torneios com eco todo o ano. O circuito ATP para os homens e WTA para as mulheres, pode ser visto em três categorias. Os torneiros do Grand Slam, os Masters 1000 e finalmente, os torneios anexos. A vitória de um jogador depende de fatores comuns a todas as competições. Contudo, alguns podem estar ligadas exclusivamente a um tipo de competição. O ténis e os seus códigos jamais terão segredos para si.

OS FATORES A CONSIDERAR

 O ranking ATP / WTA: O primeiro reflexo a ter em conta, é consultar o ranking dos jogadores. Esta classificação resume o desempenho do atleta. O Top 5 dos jogadores encontram-se frequentemente na última fase dos torneios. O Top 10 fica regulamrmente com lugar marcado para os quartos-de-final. Obviamente, é melhor apostar no jogador melhor colocado. Por exemplo, se uma partida opõe o segundo jogador mundial ao sexagésimo, este último terá poucas chances de vencer, a menos de uma verdadeira proeza.

 A área: No ténis, existem vários tipos de quadras. O duro, a grama e ainda o saibro são as principais superfícies. Cada tenista tem uma área preferida na qual poderá expressar plenamente as suas qualidades e apagar alguns dos seus defeitos. Por exemplo, um jogador poderoso com um bom serviço será mais eficaz na terra batida.

 O Estado de forma física: Os tenistas jogam todo o ano e percorrem o mundo inteiro. Alguns atletas resistem melhor e conseguem mais facilmente seguir uma cadência tão forte, enquanto que outros são mais frágeis fisicamente e sentem mais embaraço na hora de reproduzir grandes esforços. Quando um tenista joga várias horas seguidas por exemplo, acumula mais cançaso para a próxima partida, marcando a sua técnica com efeitos negativos.

 A Localização: O lugar também é uma variável que deve ser considerada. Quando um torneio é realizado no país ou na cidade de um determinado jogador, o público torna-se num apoio importante. Um fator que lhe pode dar asas para poder superar todas as dificuldades mais habituais. Andy Murray em Wimbledon ilustra essa situação na perfeição.

Os fatores seguintes são peculiares, no sentido de que irão depender do tipo de competição. Um torneio do Grand Slam não é um Masters 1000 e um Masters 1000 não é um torneio anexo.

COMO SE PROGNOSTICA UM GRAND SLAM?

Trata-se do Graal para os jogadores do circuito. Os 4 torneios que o compõem (Open da Austrália, Roland Garros, Wimbledon e US Open) são os mais prestigiosos, com superfícies diferentes. Dão também bastantes pontos para a classificação (2000 pontos para o vencedor). Para além da motivação, outras variáveis devem ser consideradas, para lá daquelas vistas precedentemente.

 As performances no mesmo torneio da temporada anterior: Um jogador só ganha pontos se fizer melhor do que na época passada. Por exemplo, se um atleta atingiu as semfinais na edição anterior, terá que chegar à final a fim de conseguir pontuar. O jogador em questão terá assim uma motivação extra para vencer.

 O número de sets: A especificidade dum torneio do Grand Slam é que o jogo se disputa em 3 sets vencedores em vez de 2 nos outros torneios. Autênticas batalhas psicológicas podem assim establecer-se. Um jogador menos forte psicologicamente terá por isso poucas hipóteses de triunfar.

 A diversidade de jogadores: Numa competição do Grand Slam, existem os jogadores diretamente qualificados, aqueles que passam por um torneio de qualificação e finalmente os convidados. Estes últimos beneficiam de uma Wild Card. Essa diversidade aumenta a probabilidade de proezas, e assim de supresas.

COMO SE PROGNOSTICA UM MASTERS 1000

Como o nome sugere, o vencedor de um desses torneios ganha 1000 pontos. É um circuito interno composto por 9 torneios espalhados pelo mundo. No final do ano, os oito melhores jogadores muhdiais defrontam-se na final do Masters.

 A Regularidade: Para chegar à final, os atletas terão que ser regulares durante toda a temporada. Apenas os melhores o conseguem, dado que se deve ser um tenista "todas superfícies". De facto, esses torneios são regularmente disputados em terra batida e duro. Por exemplo, o número 1 do mundo, Andy Murray, venceu três dos nove torneios do Masters 1000 na última temporada, e esteve presente em mais duas finais perdidas. Estatísticas que falam por si mesmo e que deixam pouca margem ao acaso.